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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-19T13:26:46Z | |
| dc.date.available | 2025-02-19T13:26:46Z | |
| dc.date.issued | 1952-11-15 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7194 | |
| dc.description.abstract | Aborda a política de imigração adotada pelo Brasil desde a abolição do tráfico de escravos, que visava incorporar estrangeiros à sociedade brasileira. No período imperial, essa política foi um dos pilares do crescimento dos estados do Sul, e a República continuou a praticá-la, o que foi um dos fatores responsáveis pelo reconhecimento da nação. No entanto, a Revolução Liberal trouxe consigo uma contradição, e a Segunda República se revelou nativista e xenófoba, distorcendo a política inclusiva de imigração. Critica a exclusão e discriminação estabelecida, especialmente no caso de um projeto da Petrobras que diferencia os direitos de brasileiros natos e naturalizados. A proposta estabelece uma distinção inconstitucional entre esses dois grupos, e restringe os direitos dos brasileiros natos casados com estrangeiros. Vê essa atitude como incoerente, afirmando que, se o país quer discriminar tanto os naturalizados, seria mais honesto suprimir a naturalização. Ele também menciona um parecer do senador Ivo d'Aquino, que questiona as inconstitucionalidades do projeto da Petrobras. Finaliza destacando a importância do Senado em corrigir os erros da Câmara, que, em sua opinião, está tomada por um "furor nativista" que prejudica a convivência harmoniosa entre brasileiros natos e naturalizados. | pt_BR |
| dc.subject | Política; Imigração; Projeto; Petrobrás; Distinção; Naturalizados; Direitos; Inconstitucionalidades; Senado; Câmara | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Nativismo (1952-11-15) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |