Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-19T13:36:23Z | |
| dc.date.available | 2025-02-19T13:36:23Z | |
| dc.date.issued | 1953-04-10 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7198 | |
| dc.description.abstract | Critica a ineficácia das concessões do sistema presidencialista em relação ao modelo parlamentarista, especialmente no que diz respeito à responsabilidade ministerial. Durante a discussão na Assembleia Constituinte, os parlamentaristas argumentaram que, mesmo que desejável, o comparecimento dos ministros ao Congresso no sistema presidencialista não mudava a natureza da irresponsabilidade ministerial. O ministro da Fazenda, Horácio Láfer, é citado como exemplo dessa ineficiência, ao utilizar uma estratégia tática de prolongar suas dissertações durante as convocações, com o intuito de cansar os deputados e desviar a atenção dos problemas reais do país. Descreve como a Câmara, exausta e sem respostas efetivas, acabou ouvindo o ministro, que afirmou, de maneira arrogante, que o país estava "progredindo e prosperando", uma declaração que o autor considera insultante e humilhante para uma nação em crise. Enfatiza que, em um regime parlamentarista, a resposta a tal arrogância seria mais direta e eficaz, como uma moção de desconfiança, algo impossível no contexto do presidencialismo. Utiliza esse exemplo para destacar a diferença entre os dois sistemas e reforçar sua crítica ao presidencialismo, que, na sua visão, permite que ministros permaneçam impunes e sem responsabilidades claras perante o Congresso. | pt_BR |
| dc.subject | Ineficácia; Presidencialismo; Comparência; Ministros; Congresso; Parlamentarismo; Responsabilidade Ministerial; Horácio Láfer; Prosperidade | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: A Diferença (1953-04-10) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |