Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-19T13:41:49Z | |
| dc.date.available | 2025-02-19T13:41:49Z | |
| dc.date.issued | 1953-04-16 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7200 | |
| dc.description.abstract | Aborda a morte do irmão de Evita Perón é apresentada como um sacrifício imposto pelo próprio cunhado, João Duarte. Ele se suicidou, não tanto para escapar da punição, mas para adiar a queda do regime peronista que o havia sustentado. Observa que a corrupção é uma consequência inevitável das ditaduras, pois o ditador recorre à corrupção para conquistar apoiadores e manter o poder. Contudo, existe um limite para essa prática, especialmente quando as reservas morais do povo ainda não foram completamente esgotadas. A partir do falecimento de Evita Perón, João Duarte perde a proteção que o regime lhe oferecia, tornando-se vulnerável às pressões e aos ataques das forças morais da sociedade. A crescente insatisfação culmina no dilema: suicídio ou punição exemplar. A decisão de Duarte de se matar visa apenas retardar a queda do regime, como evidenciado pela carta deixada por ele. Adverte que, embora a ditadura peronista ainda domine a Argentina, o povo não está apodrecido moralmente, sugerindo que a mudança é possível. Reflete sobre as consequências da corrupção e da tirania, e como a opressão pode ser retardada, mas não eternamente evitada. A conclusão é uma crítica à tentativa de sustentar um regime ditatorial, reconhecendo que, apesar da aparente submissão, a moral da população ainda está viva. | pt_BR |
| dc.subject | Suicídio; João Duarte; Corrupção; Ditadura; Regime; Poder; Punição; Forças morais; Moralidade | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: A Imolação (1953-04-16) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |