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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-20T11:16:52Z | |
| dc.date.available | 2025-02-20T11:16:52Z | |
| dc.date.issued | 1953-05-29 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7223 | |
| dc.description.abstract | Analisa a crise ministerial na França, destacando que ela não invalida o sistema parlamentarista, mas sim revela as distorções que ele sofreu no país. Critica a visão equivocada dos presidencialistas brasileiros, que associam crises ministeriais a um colapso do governo, ignorando que, no parlamentarismo autêntico, há uma clara separação entre política e administração. Ele destaca que, apesar das instabilidades ministeriais, os franceses ainda preferem esse modelo a um governo autoritário estável. A rejeição de uma reforma constitucional na França, que permitiria maior estabilidade ao Executivo, é vista por Pilla como prova de que os franceses não consideram a instabilidade ministerial um problema grave. No Brasil, por outro lado, o presidencialismo se mantém não por sua eficiência, mas por interesses daqueles que desejam um Executivo forte e centralizador. Menciona seu colega Costa Neto, que argumenta que o parlamentarismo não funcionaria no Brasil, pois aqui se espera que o chefe do governo tenha poder absoluto. Ironiza essa mentalidade, comparando-a à ideia de que governar exige punir opositores com “a boa peroba goiana”. Conclui que os parlamentaristas devem ser cuidadosos na escolha de seus líderes para evitar distorções e garantir a eficiência do sistema. | pt_BR |
| dc.subject | Crise Ministerial; França; Parlamentarismo; Presidencialismo; Política; Administração; Governo; Executivo; Legislativo; Instabilidade; Constituição | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Peroba Goiana... (1953-05-29) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |