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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-20T11:24:15Z | |
| dc.date.available | 2025-02-20T11:24:15Z | |
| dc.date.issued | 1953-06-02 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7225 | |
| dc.description.abstract | Critica os defensores do presidencialismo, que evitam enfrentar diretamente as qualidades do parlamentarismo. Em vez de apresentar argumentos sólidos sobre os supostos defeitos do sistema parlamentar, esses defensores recorrem a objeções tradicionais, como a suposta incompatibilidade do parlamentarismo com a federação ou com a república. Ele destaca que, historicamente, os republicanos brasileiros justificaram o abandono do parlamentarismo alegando sua incompatibilidade com a nova forma de governo. No entanto, a experiência internacional mostra que essa justificativa é infundada. Recentemente, Gustavo Capanema afirmou que, embora o parlamentarismo não seja incompatível com a república, ele funcionaria melhor em um regime monárquico. Contesta essa visão, argumentando que o parlamentarismo tornaria a república mais democrática. Para ele, a conversão de uma monarquia parlamentar, como a da Inglaterra ou da Holanda, em uma república parlamentar seria extremamente simples: bastaria substituir o rei, um chefe de estado vitalício, por um presidente eleito e temporário. O inverso também ocorreria sem dificuldades. Ele conclui que, enquanto a transformação de uma república parlamentar em presidencialista resultaria em um sistema menos democrático, a adoção do parlamentarismo fortaleceria a república e a tornaria mais eficiente. | pt_BR |
| dc.subject | Presidencialismo; Parlamentarismo; Incompatibilidade; Federação; República; Monarquia Parlamentar; Inglaterra; Chefe de Estado | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: A Prova da Conversão (1953-06-02) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |