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Microscópio: Personalismo (1953-09-08)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-25T12:07:38Z
dc.date.available 2025-02-25T12:07:38Z
dc.date.issued 1953-09-08
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7269
dc.description.abstract Defende a campanha cívica conduzida por Otávio Mangabeira contra Getúlio Vargas, rebatendo críticas de que a motivação seria meramente pessoal. Embora Mangabeira tenha razões pessoais para se opor a Vargas, Pilla argumenta que sua atuação se justifica por motivos patrióticos mais amplos. Ele ressalta que até mesmo ex-revolucionários de 1930, que não sofreram diretamente com Vargas, agora o combatem com firmeza. A centralidade da figura de Vargas na política nacional torna impossível dissociar o debate do elemento pessoal, pois a principal divisão política do país se dá entre aqueles que o apoiam e aqueles que o combatem. A crítica a Vargas não se dá por questões individuais, mas pelo significado político que ele carrega. O próprio presidente reforça esse personalismo ao apresentar-se como o único responsável pelo bem e a oposição como causadora dos males do Brasil. Esse comportamento, segundo Pilla, aproxima-se dos regimes totalitários, nos quais o líder se coloca como centro absoluto da política. Assim, a campanha de Mangabeira não é apenas contra um indivíduo, mas contra um sistema político baseado no personalismo, na concentração de poder e no autoritarismo. Ao enfrentar Vargas, ele busca demolir um estilo de governo que impede o pleno funcionamento da democracia. pt_BR
dc.subject Campanha Cívica; Otávio Mangabeira; Getúlio Vargas; Política Nacional; Presidente; Personalismo; Regimes Totalitários; Egocentrismo pt_BR
dc.title Microscópio: Personalismo (1953-09-08) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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