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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-25T13:25:12Z | |
| dc.date.available | 2025-02-25T13:25:12Z | |
| dc.date.issued | 1953-10-14 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7286 | |
| dc.description.abstract | Aborda a grave distorção do papel do S.A.M., uma instituição governamental criada para a reeducação de menores delinquentes, mas que, na prática, faz exatamente o oposto do que deveria. Em vez de promover a recuperação e a regeneração, o S.A.M. submete os menores a maus-tratos, perseguições e um ambiente que apenas fortalece sua inclinação para o crime. Mesmo quando administrado por um sacerdote, que deveria agir de acordo com os princípios da piedade cristã, a instituição se mostra incapaz de cumprir sua função. Utiliza esse caso para ilustrar um problema muito mais amplo: a degeneração das instituições públicas, que frequentemente se afastam de seus propósitos originais. Ele questiona por que tantas iniciativas bem-intencionadas acabam corrompidas quando são administradas pelo Poder Público. A resposta, segundo ele, está na falta de espírito público, na irresponsabilidade política e na má gestão administrativa que afetam o país como um todo. Para ele, o S.A.M. é apenas um exemplo particularmente doloroso de um problema estrutural, no qual o Estado, em vez de oferecer soluções, agrava as dificuldades sociais. Sugere que a atenção dos homens públicos deveria estar voltada para a correção desses desvios, para que as instituições governamentais cumpram, de fato, o papel para o qual foram criadas. | pt_BR |
| dc.subject | S.A.M.; Reeducação; Instituições Públicas; Má Gestão; Corrupção; Falta de Fiscalização; Sistema Público; Falência Institucional; Incompetência Administrativa | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: S.A.M. (1953-10-14) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |