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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-25T13:38:32Z | |
| dc.date.available | 2025-02-25T13:38:32Z | |
| dc.date.issued | 1953-10-18 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7288 | |
| dc.description.abstract | Analisa a influência dos governadores na sucessão presidencial, diferenciando aqueles com mandatos de quatro e cinco anos. Os primeiros, ao deixarem o poder antes do fim do mandato presidencial, perdem força política, enquanto os segundos podem influenciar o processo sucessório. Cita o caso do governador de São Paulo, que está em desvantagem em relação ao de Minas Gerais, razão pela qual se discute a possibilidade de prorrogação de seu mandato. Antes do estabelecimento do voto popular secreto, a influência dos governadores era decisiva, pois a sucessão presidencial era definida nos bastidores políticos. Entretanto, com o sufrágio secreto, o povo tornou-se um ator fundamental, reduzindo o poder dos governadores. No entanto, ressalta que, mesmo com essa mudança, a força dos governadores não deve ser subestimada, pois o sistema presidencialista lhes confere recursos e influência, permitindo interferência nas eleições por meio de pressão e corrupção. Ao comparar os sistemas presidencialista e parlamentarista, destaca que, no parlamentarismo, a influência de um político não depende do cargo, mas sim de seu prestígio e capacidade. Já no presidencialismo, muitos líderes ascendem sem justificativa clara e desaparecem ao fim de seus mandatos, tornando-se "estadistas meteóricos". Dessa forma, a distinção entre governadores de quatro e cinco anos mantém sua relevância, pois os últimos continuam exercendo influência política mesmo após o término de seus mandatos. | pt_BR |
| dc.subject | Governadores; Sucessão Presidencial; Voto Popular; Presidencialismo; Parlamentarismo; Recursos; Corrupção | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Estadistas Meteóricos (1953-10-18) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |