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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-27T11:26:23Z | |
| dc.date.available | 2025-02-27T11:26:23Z | |
| dc.date.issued | 1953-11-20 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7304 | |
| dc.description.abstract | Discute a controvérsia sobre a possibilidade de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) convocar um Secretário de Estado para prestar depoimento. Argumenta que a alegação de que um membro do governo estadual não pode ser chamado a depor por uma comissão federal baseia-se em uma confusão conceitual. Ele destaca que, embora os Estados tenham autonomia, isso não equivale a soberania, pois o Brasil é uma federação e não uma confederação. Defende que qualquer cidadão brasileiro, independentemente de seu cargo, está sujeito às instituições federais. Assim, um secretário estadual que comparece a uma CPI não o faz como representante do governo estadual, mas como um cidadão com conhecimento especializado sobre determinado tema. Ele compara essa situação à de um secretário estadual convocado por um juiz federal, algo que ninguém questionaria. Critica as interpretações errôneas sobre a federação brasileira, apontando que, ora se busca uma centralização excessiva, ora uma dissolução dos laços federativos, conforme a conveniência política. Enfatiza a necessidade de restabelecer o verdadeiro conceito de federação, garantindo que investigações relevantes para o país não sejam prejudicadas por argumentos frágeis. Conclui que as tentativas de impedir depoimentos baseiam-se em alegações inconsistentes, incapazes de se sobrepor ao dever de investigar problemas graves que afetam o Brasil. | pt_BR |
| dc.subject | Comissão Parlamentar de Inquérito; Secretário de Estado; Federação; Confederação; Investigação; Instituições Federais; Justiça | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Da Federação Para a Confederarão... (1953-11-20) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |