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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-27T12:43:57Z | |
| dc.date.available | 2025-02-27T12:43:57Z | |
| dc.date.issued | 1953-12-19 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7322 | |
| dc.description.abstract | Analisa a crise recorrente gerada pelo sistema presidencialista, destacando que a eleição do chefe do Executivo é um fenômeno problemático, sobretudo na América. Ele cita o exemplo do Brasil, onde a disputa pelo poder sempre desencadeia instabilidade e tensões políticas, exacerbadas pelo controle exercido pelo então presidente Getúlio Vargas. A crítica central está na estrutura do regime presidencialista, que, segundo ele, fomenta disputas personalistas e instabilidade institucional. Ele sugere que, se o Brasil adotasse o parlamentarismo, as eleições passariam a ser decididas com base em ideias, princípios e programas, e não em disputas individuais pelo poder. Argumenta que o atual sistema mantém Vargas onipresente, pois ele manipula as regras para preservar sua influência. No entanto, se o país adotasse o parlamentarismo, Vargas perderia o interesse, pois não poderia exercer um controle direto sobre o governo. Também ressalta que, caso a reforma parlamentarista tivesse sido aprovada com maioria absoluta na Câmara, o país já estaria se preparando para um jogo político mais estável. Ele reconhece que Vargas poderia tentar sabotar essa transição, mas insiste que o parlamentarismo ainda seria um modelo mais seguro e menos suscetível à cobiça pelo poder. | pt_BR |
| dc.subject | Eleição; Chefe do Governo; Sistema Presidencialista; Estados Unidos; Crise Grave; Getúlio Vargas; Ditador; Responsabilidade | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Jogo por Jogo (1953-12-19) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |