Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-27T13:53:55Z | |
| dc.date.available | 2025-02-27T13:53:55Z | |
| dc.date.issued | 1954-02-17 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7335 | |
| dc.description.abstract | Analisa o poder de corrupção do Governo Federal, ressaltando sua capacidade de manipular agentes, conceder benefícios materiais, e controlar créditos financeiros. Ele cita Danton Jobim, que denuncia como esse poder, nas mãos erradas, se torna instrumento de suborno e opressão, não apenas contra indivíduos, mas também contra Estados federados, comprometendo a autonomia política. Destaca que essa hipertrofia do poder estatal decorre do intervencionismo, especialmente sob Getúlio Vargas, ampliando a ditadura política para o campo econômico e financeiro. Como consequência, ele prevê que as eleições serão fraudadas pelo que chama de "Grande Corruptor", referindo-se ao próprio governo. Critica a ideia de que a opinião pública possa conter esse abuso, pois o sistema presidencialista oferece pouco espaço para a influência popular. Ele argumenta que a verdadeira causa do problema está nas instituições, e não apenas nos governantes. Vargas, segundo ele, apenas exacerbou as falhas do sistema, demonstrando suas possibilidades extremas. A solução, segundo ele, não é apenas denunciar a corrupção, mas eliminar os meios que a tornam possível. Ele conclui que o problema do Brasil não é a falta de homens honestos, mas sim a existência de um sistema que facilita e incentiva a corrupção. | pt_BR |
| dc.subject | Corrupção; Governo Federal; Benefícios; Manipulação Eleitoral; Sistema Político; Democracia; Controle Estatal | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: O Grande Corruptor (1954-02-17) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |