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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-27T14:50:52Z | |
| dc.date.available | 2025-02-27T14:50:52Z | |
| dc.date.issued | 1954-03-07 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7348 | |
| dc.description.abstract | Critica a posição do ministro Vicente Ráo sobre a questão dos territórios americanos sob jurisdição extracontinental, mencionada por Getúlio Vargas em discurso na embaixada espanhola. O articulista de um grande jornal carioca justifica a atitude de Ráo, mas em seguida escorrega ao afirmar que o ministro carece de “raízes profundas no solo da nacionalidade” e das “intuições” que somente aqueles com “comunhão secular com a terra” poderiam ter. Pilla refuta essa visão, apontando que essa concepção é infundada e exagerada, sugerindo que, segundo esse raciocínio, apenas aqueles com raízes mestiças seriam qualificados para liderar o Brasil, o que exclui muitos outros cidadãos. Ele critica também essa teoria, argumentando que ao longo da história do Brasil, muitas figuras notáveis de origem europeia, como Líbero Badaró e Carlos von Koseritz, desempenharam papéis de destaque, apesar de não serem nativos brasileiros. Também questiona a premissa de que apenas quem tem forte vínculo com a terra poderia entender a questão territorial, argumentando que Vicente Ráo, com seu ponto de vista, demonstraria uma compreensão própria de nativo, apesar de suas origens europeias. Reflete sobre a questão da identidade nacional brasileira e a formação de uma elite política, desafiando ideias preconceituosas sobre a ligação entre o pertencimento à terra e a competência para governar. | pt_BR |
| dc.subject | Vicente Ráo; Territórios Americanos; Getúlio Vargas; Embaixada Espanhola; Ministro do Exterior; Identidade Nacional; Líderes Brasileiros | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Falso Argumento (1954-03-07) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |