Resumen:
Critica a convocação habitual e muitas vezes desnecessária de sessões extraordinárias no Congresso Nacional. Ele destaca que o mérito de uma sessão não deve ser avaliado apenas pelo número ou qualidade dos projetos, mas também pela sua capacidade de evitar problemas. No entanto, o Congresso tem funcionado mal durante esses períodos, pois muitos representantes, que não devem romper seus laços com o eleitorado, acabam se ausentando, especialmente devido às férias. Isso resulta em dificuldades nas votações e nas reuniões das comissões técnicas. Questiona por que o Congresso é convocado extraordinariamente com frequência, sugerindo que a verdadeira razão é o interesse financeiro dos parlamentares. A necessidade de manter o subsídio variável, que é perdido durante o recesso, leva os representantes a participarem dessas sessões, mesmo quando não há motivos urgentes. Para resolver essa questão, ele propõe que o subsídio seja mantido integralmente durante o recesso, sem a necessidade de reuniões extraordinárias, a não ser por motivos realmente essenciais. No entanto, ele sugere que tal medida exigiria uma reforma constitucional, pois o artigo 47 da Constituição determina que o subsídio seja dividido entre uma parte fixa e outra variável, com base na frequência das presenças. A crítica, portanto, propõe uma mudança na forma como o Congresso lida com suas sessões e seus subsídios, visando uma maior eficiência e integridade parlamentar.