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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-27T15:35:01Z | |
| dc.date.available | 2025-02-27T15:35:01Z | |
| dc.date.issued | 1954-03-11 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7349 | |
| dc.description.abstract | Critica a convocação habitual e muitas vezes desnecessária de sessões extraordinárias no Congresso Nacional. Ele destaca que o mérito de uma sessão não deve ser avaliado apenas pelo número ou qualidade dos projetos, mas também pela sua capacidade de evitar problemas. No entanto, o Congresso tem funcionado mal durante esses períodos, pois muitos representantes, que não devem romper seus laços com o eleitorado, acabam se ausentando, especialmente devido às férias. Isso resulta em dificuldades nas votações e nas reuniões das comissões técnicas. Questiona por que o Congresso é convocado extraordinariamente com frequência, sugerindo que a verdadeira razão é o interesse financeiro dos parlamentares. A necessidade de manter o subsídio variável, que é perdido durante o recesso, leva os representantes a participarem dessas sessões, mesmo quando não há motivos urgentes. Para resolver essa questão, ele propõe que o subsídio seja mantido integralmente durante o recesso, sem a necessidade de reuniões extraordinárias, a não ser por motivos realmente essenciais. No entanto, ele sugere que tal medida exigiria uma reforma constitucional, pois o artigo 47 da Constituição determina que o subsídio seja dividido entre uma parte fixa e outra variável, com base na frequência das presenças. A crítica, portanto, propõe uma mudança na forma como o Congresso lida com suas sessões e seus subsídios, visando uma maior eficiência e integridade parlamentar. | pt_BR |
| dc.subject | Congresso Nacional; Mérito; Projetos; Parlamento; Funcionamento; Ausências; Dificuldades | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Convocações Extraordinárias (1954-03-11) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |