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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-27T15:56:18Z | |
| dc.date.available | 2025-02-27T15:56:18Z | |
| dc.date.issued | 1954-03-30 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7355 | |
| dc.description.abstract | Critica o medo de Rachel de Queiroz em relação ao parlamentarismo, que considera um sistema instável, especialmente no contexto político brasileiro. A escritora teme que, com o parlamentarismo, o país enfrente uma maior instabilidade governamental, com caudilhos e demagogos assumindo o controle. Por outro lado, argumenta que esse medo é infundado. Ele afirma que, embora o Congresso atual esteja limitado por um sistema presidencialista, ele ainda exerce um papel importante e pode até derrotar o governo em algumas situações, como no caso das leis vetadas pelo Presidente. Destaca que o verdadeiro perigo reside no sistema presidencialista, onde os caudilhos, uma vez no poder, têm maior dificuldade em ser removidos devido às prerrogativas garantidas pela Constituição, como o mandato fixo. Sugere que o parlamentarismo seria mais eficaz no combate a figuras autoritárias, pois o governo seria formado pela maioria no Congresso e poderia ser facilmente deposto por um voto de desconfiança. Para ele, o sistema presidencialista na América Latina cria uma ditadura temporária, onde a permanência no poder é mais garantida, favorecendo a ascensão de caudilhos. Tranquiliza a escritora, afirmando que a maior ameaça vem do regime presidencialista, que oferece maiores recursos para a perpetuação de líderes autoritários, enquanto o parlamentarismo poderia prevenir esse risco ao possibilitar uma maior flexibilidade e controle. | pt_BR |
| dc.subject | Medo; Rachel de Queiroz; Parlamentarismo; Sistema Presidencial; Congresso; Poder; Caudilhos; Demagogos; Instabilidade; Governo; Ditadura | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: O Regime dos Caudilhos (1954-03-30) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |