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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-27T16:05:51Z | |
| dc.date.available | 2025-02-27T16:05:51Z | |
| dc.date.issued | 1954-03-31 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7357 | |
| dc.description.abstract | Comenta a posição do senador Assis Chateaubriand, que, influenciado pela sua experiência como empresário, é contra a adoção do sistema parlamentarista no Brasil. Entende a oposição de Chateaubriand, que acredita que o país perderia o dinamismo necessário para seus grandes empreendimentos num regime baseado no debate e virtude política. No entanto, Pilla critica os argumentos apresentados pelo senador, especialmente no que se refere à falta de clareza sobre o funcionamento do parlamentarismo. Ele aponta que Chateaubriand, ao afirmar que o sistema parlamentarista poderia levar Getúlio Vargas de volta à presidência, ignora a proposta da Emenda parlamentarista que, desde sua primeira apresentação, já estabelecia a inelegibilidade do presidente da República. Destaca que, embora o senador tenha o direito de se opor à reforma, ele ultrapassa certos limites ao argumentar de maneira imprecisa e desinformada. Para Pilla, a visão de Chateaubriand sobre o parlamentarismo é limitada e falha ao reduzir o sistema à simples eleição do presidente pelo Congresso, esquecendo as outras características fundamentais que tornam o parlamentarismo uma alternativa legítima e necessária para o Brasil. Defende que a proposta de mudança não favorece nenhum caudilho, como Getúlio Vargas, e argumenta que a adoção do parlamentarismo seria uma forma de evitar os perigos do sistema presidencialista e garantir maior estabilidade política. | pt_BR |
| dc.subject | Assis Chateaubriand; Sistema Parlamentar; Inelegibilidade; Presidência; Congresso; Reforma | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Botica (1954-03-31) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |