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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-27T16:21:10Z | |
| dc.date.available | 2025-02-27T16:21:10Z | |
| dc.date.issued | 1954-04-10 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7361 | |
| dc.description.abstract | Reflete sobre o período eleitoral no Brasil, onde muitos buscam cargos políticos, como vereadores, deputados, senadores, governadores e até a presidência da República. Ele observa que, em nossa democracia, esses cargos muitas vezes se tornam um fim em si mesmos, e não um meio para um bom governo. Pilla critica a "caçada de legendas", onde a principal tática eleitoral é o controle de eleitores, seja real ou imaginário. Em meio a essa reflexão política, ele aborda uma questão linguística: a acentuação correta das palavras "senatoria" e "senatória". Brinca com a confusão gerada pela pronúncia popular e distingue que "senatoria" é um substantivo, significando o cargo de senador, enquanto "senatória" (com o acento no "o") é a forma feminina do adjetivo relacionado ao Senado. Ele esclarece que, se um cidadão deseja alcançar o cargo de senador, ele quer a "senatoria" (cargo, mandato), enquanto "senatória" se refere ao adjetivo que qualifica algo relacionado ao Senado. Finaliza defendendo a importância da precisão na linguagem, já que a falta de clareza pode gerar mal-entendidos. Esse pequeno desvio linguístico é, para ele, uma metáfora das distorções na política brasileira, onde interesses pessoais, como o desejo de um cargo, frequentemente ofuscam o verdadeiro propósito do mandato público. | pt_BR |
| dc.subject | Período Eleitoral; Brasil; Cargos Políticos; Democracia; Caçada de Legendas; Acentuação; Linguagem | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Senatoria (1954-04-10) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |