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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-27T16:25:35Z | |
| dc.date.available | 2025-02-27T16:25:35Z | |
| dc.date.issued | 1954-04-11 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7362 | |
| dc.description.abstract | Critica a atual situação da legislação eleitoral no Brasil, destacando a incapacidade do Congresso Nacional de restaurar o Código Eleitoral de 1932, que havia sido destruído pelo Estado Novo. A partir dessa destruição, uma lei provisória foi implementada, mas a medida, que deveria ser simples, acabou por abrir portas para fraudes. Ao longo de nove anos, o Congresso não demonstrou interesse em corrigir a legislação, apesar das tentativas de alguns líderes, como Afonso Arinos e Ernani Sátiro, que buscaram a nomeação de uma comissão para elaborar um novo Código Eleitoral. No entanto, o processo foi estagnado, em parte devido à falta de apoio do partido majoritário e à inação de figuras como Gustavo Capanema. A reforma eleitoral proposta atualmente, embora busque pequenas alterações, ainda é tratada como uma medida emergencial, em vez de uma mudança permanente. Critica especialmente a proposta do senador Dario Cardoso, que visa modificar a distribuição de cadeiras, voltando ao sistema anterior que considera injusto e até inconstitucional. Para ele, a verdadeira reforma deveria ser focada na melhoria do sistema eleitoral de forma permanente, respeitando princípios de justiça e proporcionalidade. Conclui que, em vez de pequenas mudanças, é necessário um aperfeiçoamento profundo da legislação eleitoral, para assegurar um sistema mais justo e eficaz. | pt_BR |
| dc.subject | Legislação Eleitoral; Regime de Emergência; Código Eleitoral; Estado Novo; Congresso Nacional; Fraude; Inconstitucionalidade | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Não É de Emergência (1954-04-11) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |