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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-28T10:58:33Z | |
| dc.date.available | 2025-02-28T10:58:33Z | |
| dc.date.issued | 1954-04-23 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7368 | |
| dc.description.abstract | Destaca a importância da campanha contra a corrupção iniciada pelos estudantes no dia de Tiradentes, comparando-a a lutas históricas como a abolição e a proclamação da república. Ele argumenta que o Brasil vive o fim de um regime, não apenas pelos escândalos que se acumulam, mas porque a própria estrutura do sistema político é irresponsável e despótica, contribuindo para a gangrena que apodrece o país. Segundo Pilla, regimes não podem sobreviver indefinidamente quando toleram e favorecem a corrupção. No caso brasileiro, não é apenas a negligência dos governantes que leva ao colapso, mas sim a própria essência do sistema, que gera e alimenta os abusos. A assembleia de estudantes, da qual ele participou, expôs com clareza a imoralidade e os escândalos recentes, revelando um verdadeiro "mar de lama" que submerge o país. Para Pilla, essa campanha deve ir além da denúncia dos sintomas e investigar as causas da corrupção, buscando uma terapêutica eficaz para o problema. Apenas assim o regime, já desmoralizado, poderá ser extirpado como um tumor maligno. Conclui afirmando que estamos diante de um processo inevitável de transformação, pois um regime incapaz de se renovar está fadado a desaparecer. Se o Brasil não estivesse vivendo esse momento de mudança, significaria que teria perdido sua capacidade de sobrevivência e evolução. | pt_BR |
| dc.subject | Campanha; Corrupção; Estudantes; Regime; Evolução; Irresponsável; Despótica | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Fim de Regime (1954-04-23) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |