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Microscópio: Terapêutica Expectante (1954-06-06)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-28T13:46:36Z
dc.date.available 2025-02-28T13:46:36Z
dc.date.issued 1954-06-06
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7404
dc.description.abstract Comenta a mudança de posição do deputado Gustavo Capanema em relação ao presidencialismo. Antes um defensor ferrenho do sistema, Capanema agora admite que, caso a próxima eleição presidencial fracasse, será necessário mudar a forma de governo. Pilla vê essa declaração como um avanço, mas também como uma postura perigosa, pois demonstra passividade diante da iminente crise política. Critica a ideia de esperar que ocorra uma catástrofe institucional para então se pensar em reformas, comparando essa atitude à decisão de operar um paciente já moribundo. Além disso, Pilla destaca que alguns parlamentares adotaram uma posição mais pragmática: embora não tenham assinado a Emenda Parlamentarista, comprometeram-se a votá-la e avaliar sua renovação no ano seguinte, dependendo da conjuntura política. Ele compara essa abordagem à "terapêutica expectante" da Medicina, onde se aguarda a evolução do quadro antes de intervir, mas mantendo-se preparado para agir se necessário. Por outro lado, Pilla critica Capanema por ultrapassar o limite da prudência e aceitar o risco de um colapso político sem agir preventivamente. Ele alerta para os perigos da sucessão presidencial em um sistema baseado na concentração de poder pessoal e reforça a necessidade de uma mudança de regime antes que seja tarde demais. pt_BR
dc.subject Gustavo Capanema; Presidencialismo; Parlamentarismo; Sucessão Presidencial; Crise Política; Prudência Política; Transmissão de Poder pt_BR
dc.title Microscópio: Terapêutica Expectante (1954-06-06) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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