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Microscópio: Confronto (1954-06-29)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-03-06T16:18:36Z
dc.date.available 2025-03-06T16:18:36Z
dc.date.issued 1954-06-29
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7417
dc.description.abstract Compara duas situações que envolvem a reação de figuras públicas à imprensa. No primeiro caso, o deputado Heitor Beltrão, conhecido por sua honestidade e simplicidade, foi alvo de calúnia por um jornal ligado ao governo. Sua resposta foi recorrer à justiça, buscando provar sua inocência ou obter retratação. No segundo caso, uma reportagem denunciou a existência de uma "caixinha" eleitoral para financiar a campanha do partido governista, prática comum no cenário político brasileiro. O secretário de Estado mencionado na matéria, Leonel Brizola, sentiu-se ofendido, mas, ao invés de processar a imprensa para esclarecer os fatos, reagiu com violência, tentando resolver a questão por meios pessoais. Destaca a contradição entre as atitudes dos dois políticos: enquanto Beltrão confiou na legalidade e nos tribunais para defender sua honra, Brizola recorreu a métodos autoritários, sugerindo que a força poderia substituir a verdade. Critica essa postura, ressaltando que figuras públicas devem estar sujeitas à crítica e que a imprensa exerce um papel essencial na fiscalização do poder. A comparação entre os dois episódios evidencia diferentes mentalidades no meio político: uma que respeita o Estado de Direito e outra que se apoia na intimidação. pt_BR
dc.subject Deputado Heitor Beltrão; Calúnia; Jornal oficioso; Processo; Justiça; Imprensa; Caixinha eleitoral; Governo; Leonel Brizola; Sensibilidade pt_BR
dc.title Microscópio: Confronto (1954-06-29) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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