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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-06T17:34:04Z | |
dc.date.available | 2025-03-06T17:34:04Z | |
dc.date.issued | 1954-09-05 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7446 | |
dc.description.abstract | Responde a um grupo de alunos da Faculdade Nacional de Direito que criticaram a sua proposta de adiamento das eleições, acusando-a de ser anticonstitucional e antidemocrática. Argumenta que o adiamento solicitado não é, de fato, inconstitucional, pois nenhuma disposição da Constituição fixa a data das eleições. O Tribunal Superior Eleitoral tem a autoridade para decidir sobre a data do pleito, incluindo a possibilidade de adiá-lo se razões relevantes forem apresentadas. Ele esclarece que o adiamento não visa prorrogar os mandatos existentes ou suspender a representação política, mas apenas adiar a eleição em si. Refuta a ideia de que o adiamento seria antidemocrático. Ele destaca que o adiamento seria uma medida para garantir que a eleição ocorra em um clima de maior calma e reflexão, dado o impacto emocional causado pela morte de Getúlio Vargas e os eventos subsequentes. Defende que, em vez de prejudicar a democracia, o adiamento permitiria um processo eleitoral mais sereno, livre de paixões exacerbadas. Ele sugere que uma eleição sob o império das emoções não seria uma verdadeira democracia, mas sim uma "democracia descerebrada". Finalmente, Pilla reconhece que o adiamento poderia favorecer certos partidos, mas enfatiza que os votos expressos após um período de reflexão seriam mais genuínos e valiosos para a democracia. | pt_BR |
dc.subject | Faculdade Nacional de Direito; Adiamento; Eleições; Constituição; Tribunal Superior Eleitoral; Anticonstitucional; Antidemocrático; Democracia | pt_BR |
dc.title | Microscópio: Democracia Descerebrada (1954-09-05) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |