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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-06T17:38:02Z | |
| dc.date.available | 2025-03-06T17:38:02Z | |
| dc.date.issued | 1954-09-10 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7448 | |
| dc.description.abstract | Aborda as frequentes intervenções das Forças Armadas na política brasileira e questiona a existência de um "caudilhismo militar" no país. Ele argumenta que, apesar dessas intervenções, o Brasil não tem um fenômeno de caudilhismo típico de outros países da América Latina. Ao contrário, essas intervenções ocorrem sempre por motivos de ordem geral e não em benefício de um grupo militar. Explica que o principal motivo para essas intervenções é a rigidez excessiva do sistema presidencialista brasileiro, que, incapaz de resolver crises políticas de maneira natural, acaba por gerar um vazio que leva os militares a intervir. A intervenção é sempre solicitada por políticos que veem nas Forças Armadas a única solução para situações de crise. Ele também faz uma comparação com o sistema parlamentarista, que, segundo ele, resolveria as crises de forma mais eficiente, por meio de mecanismos como o voto de desconfiança e a renúncia do presidente. No sistema presidencialista, as crises se acumulam sem uma solução clara, resultando em um cenário propício para a intervenção militar. Conclui que o Brasil deve preservar a independência das Forças Armadas, mas também enfatiza a urgência em substituir o sistema presidencialista por um sistema parlamentarista, que ele considera ser a solução verdadeiramente democrática para o país. | pt_BR |
| dc.subject | Forças Armadas; Caudilhismo Militar; Política Brasileira; Intervenções; Sistema Presidencial; Crises Políticas; Ordem Geral; Sistema Parlamentar | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: As Crises do Presidencialismo (1954-09-10) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |