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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-06T17:54:23Z | |
dc.date.available | 2025-03-06T17:54:23Z | |
dc.date.issued | 1954-08-28 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7451 | |
dc.description.abstract | Apresenta uma comparação entre o sistema parlamentar e o presidencial, discutindo as consequências políticas de um escândalo que envolve um chefe de governo. No sistema parlamentar, se um líder, como o presidente ou chefe de gabinete, se envolvesse em um crime ou ato imoral, seria imediatamente afastado do cargo, pois a dignidade da função exigiria isso. O Parlamento teria a autoridade para impor a renúncia, sem que o povo ou a investidura popular fosse um obstáculo. A história de países parlamentaristas, incluindo o Brasil no Império, revela que qualquer deslize de um membro do governo pode levar à queda imediata, destacando a sensibilidade moral do sistema. Já no Brasil, com seu sistema presidencial, mesmo diante de um grave escândalo envolvendo o presidente Getúlio Vargas, ninguém parece sentir a obrigação de renunciar. A discussão sobre a renúncia de Vargas se torna prolongada e difícil. O deputado Gustavo Capanema, por exemplo, argumenta que Vargas não deveria deixar o cargo porque não foi considerado criminoso, e que o país não pode ficar desamparado. Pilla ressalta a diferença entre os dois sistemas, enfatizando como o presidencialismo brasileiro permite maior resistência à renúncia, mesmo em situações de crise, refletindo as complexidades de um regime presidencialista e suas consequências para a política nacional. | pt_BR |
dc.subject | Presidente da República; Governo; Magistratura; Parlamento; Renúncia; Getúlio Vargas; Crime Político; Justiça; Sensibilidade Moral | pt_BR |
dc.title | Tal a Distância... (1954-08-28) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |