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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-06T18:02:36Z | |
| dc.date.available | 2025-03-06T18:02:36Z | |
| dc.date.issued | 1954-10-06 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7454 | |
| dc.description.abstract | Aborda a grave situação da política brasileira, destacando dois sintomas principais de seu mal-estar: a falta de espírito público e a ausência de senso moral. Observa que, embora o Brasil tenha uma população suficientemente instruída, muitos se dedicam à política movidos por interesses pessoais e egoístas, negligenciando o bem coletivo. O voto, por exemplo, é muitas vezes influenciado por ganhos individuais, em vez de se pensar no bem-estar da sociedade. A correção dessa questão, segundo Pilla, seria possível com uma educação focada na solidariedade social e na subordinação dos interesses individuais aos gerais. Entretanto, o maior problema identificado é a perda de moralidade na vida pública. No passado, existia uma separação entre o comportamento público e privado, mas hoje as práticas imorais dos políticos são ignoradas ou até aceitadas pela população. Cita o famoso ditado “rouba, mas faz” como uma justificativa para práticas corruptas, uma ideia que parece prevalecer entre governantes e eleitores. Ele exemplifica essa situação com os escândalos recentes, como o inquérito do Galeão, que, embora enormes, não tiveram o impacto esperado na opinião pública. Conclui afirmando que o Brasil está gravemente enfermo, refletindo sobre a decadência moral que domina as esferas políticas do país. | pt_BR |
| dc.subject | Política Brasileira; Espírito Público; Interesses Pessoais; Coletividade; Educação; Moralidade; Vida Pública; Dissociação | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: País Enfermo (1954-10-06) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |