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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-06T18:08:44Z | |
dc.date.available | 2025-03-06T18:08:44Z | |
dc.date.issued | 1954-10-13 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7457 | |
dc.description.abstract | Discute a importância da representação proporcional no sistema eleitoral, destacando que ela depende da existência de partidos políticos definidos, e não de indivíduos ou agrupamentos aleatórios. Para que a representação proporcional tenha um impacto significativo, é necessário que os partidos sejam organizados de maneira democrática, pois, sem isso, o processo perderia sua essência. Pilla argumenta que a Lei Eleitoral deve regular a vida dos partidos, estabelecendo normas para a escolha e inscrição de candidatos de forma democrática, por meio de convenções ou outros mecanismos previstos nos estatutos partidários. Um aspecto essencial da proposta é a criação de sublegendas, que permitiria expressar as dissidências dentro de um partido, sem comprometer a unidade do grupo. Isso garante que diferentes tendências dentro de um partido possam se manifestar de maneira organizada, sem enfraquecer o partido como um todo. Ao adotar sublegendas, os votos de diferentes facções dentro de um partido seriam somados para definir o número total de representantes, sem que a democracia interna fosse comprometida. Considera que, com essa abordagem, os candidatos poderiam ser escolhidos de forma justa, preservando a unidade do partido e evitando a concentração de poder ou o surgimento de uma ditadura interna. A proposta de sublegendas seria uma maneira de melhorar a representatividade e a qualidade democrática dentro dos partidos políticos. | pt_BR |
dc.subject | Representação Proporcional; Partidos Políticos; Democracia; Lei Eleitoral; Candidatos; Sublegendas; Dissidências; Regulação; Convenções; Estatutos | pt_BR |
dc.title | Microscópio: Democracia Intrapartidária (1954-10-13) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |