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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-06T18:29:01Z | |
dc.date.available | 2025-03-06T18:29:01Z | |
dc.date.issued | 1954-10-17 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7466 | |
dc.description.abstract | Discute a evolução da representação política desde sua origem até a forma moderna. Inicialmente, a representação tinha um caráter individual, sendo formada por homens capazes de fiscalizar e conter o poder do rei. As primeiras assembleias representativas tinham como principal função a autorização para levantamento de impostos, com o preceito de que sem consentimento não haveria tributação. Com o tempo, essas assembleias começaram a exigir também o exame de como os impostos eram aplicados, tornando-se um órgão de fiscalização da administração pública. À medida que a democracia se desenvolvia e as funções das assembleias se tornavam mais complexas, o modelo rudimentar de delegação tornou-se insuficiente. Assim, foi necessário criar organismos intermediários, como os partidos políticos, para coordenar e orientar o pensamento dos cidadãos. A representação passou a ser baseada na partidarização, transformando o partido em uma entidade de direito público. Aponta que, com essa mudança, a soberania nacional deixou de ser algo difuso, passando a ser exercida através dos partidos, que escolhem os candidatos e o eleitorado apenas sanciona ou rejeita essas escolhas. Ele defende o voto exclusivo na legenda como um processo democrático, já adotado em países mais avançados, visto que representa a nova estrutura da democracia representativa, onde a confiança passa do indivíduo para o partido. | pt_BR |
dc.subject | Representação Política; Assembleias Representativas; Levantamento de Impostos; Consentimento; Tributação; Partidos Políticos; Confiança Partidária | pt_BR |
dc.title | Microscópio: A Função dos Partidos (1954-10-17) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |