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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-07T11:04:24Z | |
dc.date.available | 2025-03-07T11:04:24Z | |
dc.date.issued | 1954-11-04 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7487 | |
dc.description.abstract | Analisa o apelo à união nacional feito por Etelvino Lins para garantir uma sucessão presidencial pacífica. Embora reconheça a autoridade do governador para propor tal conciliação, Pilla considera que o problema não pode ser resolvido apenas por um acordo político. No presidencialismo, o poder do presidente da República é grande demais para que grupos políticos abram mão dele voluntariamente antes do pleito. Assim, a união nacional só ocorre depois da eleição, quando o vencedor negocia a paz em troca de concessões. Compartilha a preocupação de Lins com a estabilidade do regime e defende um acordo geral para proteger as liberdades públicas e garantir a sobrevivência do país. No entanto, argumenta que tal consenso é inviável sob o atual sistema presidencialista, que fomenta a disputa ao invés da coordenação política. Enquanto o poder estiver centralizado em uma única figura, a luta pelo cargo será inevitável. Sugere que o parlamentarismo ofereceria uma solução mais natural para a desejada união nacional. No novo sistema, o governo surgiria do Congresso, refletindo a composição da representação nacional e permitindo uma governança baseada na colaboração e corresponsabilidade. Para ele, apenas um governo coletivo e responsável pode viabilizar uma política verdadeiramente conciliadora. Conclui que essa é a única via segura para evitar crises políticas e garantir um futuro estável para o país. | pt_BR |
dc.subject | Etelvino Lins; Sucessão presidencial; Acordo político; Presidencialismo; Presidente da República; Pleito; União nacional; Liberdades públicas | pt_BR |
dc.title | Microscópio: União Nacional (1954-11-04) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |