Resumo:
Utiliza a figura do parasita como uma metáfora para criticar certos indivíduos que, em vez de se preocupar com o bem-estar coletivo do país, focam apenas no benefício próprio. Compara esses homens a parasitas, que sugam a vitalidade do organismo sem considerar as consequências de suas ações, levando à exaustão do hospedeiro. Segundo Pilla, esses indivíduos se beneficiam das condições de degradação do país e se opõem a qualquer tentativa de reforma ou mudança que possa reverter esse quadro, considerando os reformistas como lunáticos ou visionários. Eles são descritos como pessoas satisfeitas com o estado atual, que, enquanto o Brasil não "morre", continuam vivendo à custa da decadência do sistema. Contudo, Pilla sugere que se o Brasil passasse por uma transformação positiva, essas pessoas não seriam capazes de sobreviver, pois seu modo de vida parasitário dependeria da continuidade da falência do país. Nesse cenário, a mudança seria uma ameaça para aqueles que, ao se beneficiar da desordem e da corrupção, mantêm sua posição. Assim, critica a falta de compromisso com a coletividade e a perpetuação de um sistema de exploração que beneficia apenas uma minoria, enquanto o país se enfraquece. A moral é a advertência contra a inércia e a resistência à mudança que mantém o parasitismo vivo.