CEDAP UFRGS

Microscópio: Parasitos e Saprófitos (1954-11-27)

Mostrar registro simples

dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-03-07T11:34:41Z
dc.date.available 2025-03-07T11:34:41Z
dc.date.issued 1954-11-27
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7497
dc.description.abstract Utiliza a figura do parasita como uma metáfora para criticar certos indivíduos que, em vez de se preocupar com o bem-estar coletivo do país, focam apenas no benefício próprio. Compara esses homens a parasitas, que sugam a vitalidade do organismo sem considerar as consequências de suas ações, levando à exaustão do hospedeiro. Segundo Pilla, esses indivíduos se beneficiam das condições de degradação do país e se opõem a qualquer tentativa de reforma ou mudança que possa reverter esse quadro, considerando os reformistas como lunáticos ou visionários. Eles são descritos como pessoas satisfeitas com o estado atual, que, enquanto o Brasil não "morre", continuam vivendo à custa da decadência do sistema. Contudo, Pilla sugere que se o Brasil passasse por uma transformação positiva, essas pessoas não seriam capazes de sobreviver, pois seu modo de vida parasitário dependeria da continuidade da falência do país. Nesse cenário, a mudança seria uma ameaça para aqueles que, ao se beneficiar da desordem e da corrupção, mantêm sua posição. Assim, critica a falta de compromisso com a coletividade e a perpetuação de um sistema de exploração que beneficia apenas uma minoria, enquanto o país se enfraquece. A moral é a advertência contra a inércia e a resistência à mudança que mantém o parasitismo vivo. pt_BR
dc.subject Parasita; Benefício próprio; Bem-estar coletivo; Degradação; Reforma; Lunáticos; Sistema; Satisfação; Desordem pt_BR
dc.title Microscópio: Parasitos e Saprófitos (1954-11-27) pt_BR
dc.type Other pt_BR


Arquivos deste item

Este item aparece na(s) seguinte(s) coleção(s)

Mostrar registro simples

Buscar DSpace#1#


Busca avançada

Navegar

Minha conta