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Microscópio: Cultura e Política (1954-12-08)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-03-07T11:53:11Z
dc.date.available 2025-03-07T11:53:11Z
dc.date.issued 1954-12-08
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7503
dc.description.abstract Questiona a ideia de que o Brasil está criando uma cultura própria, como afirmado pelo grande jornal paulista. Ele argumenta que a cultura não é um fenômeno isolado, mas sempre resultado de influências externas e trocas, como exemplificado pela civilização romana, que se alimentou da grega, e pela cultura grega, que se originou no Egito e na Índia. Critica a visão de originalidade nas instituições políticas, afirmando que a política é universal e que as nações se baseiam em experiências coletivas para governar. Destaca que a reforma parlamentarista, defendida por alguns, não representa originalidade, mas sim uma imitação da Inglaterra e de outras democracias europeias. Critica o sistema presidencialista brasileiro, alegando que ele foi copiado dos Estados Unidos de forma servil, sem considerar as peculiaridades do país. Para ele, a originalidade do Brasil está em seu sistema parlamentar, que foi introduzido durante o Império e se adequa melhor à história e ao sentimento democrático da nação. Conclui que, embora a adaptação de sistemas estrangeiros seja inevitável, a verdadeira originalidade do Brasil está na forma como os brasileiros adaptaram e desenvolveram seu próprio modelo de governança, com base no sistema parlamentarista, que é mais condizente com as tradições políticas do país. pt_BR
dc.subject Cultura; Influências; Política; Originalidade; Sistemas de Governo; Sistema Presidencialista; Estados Unidos; Império; Sentimento Democrático pt_BR
dc.title Microscópio: Cultura e Política (1954-12-08) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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