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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-12T12:08:00Z | |
| dc.date.available | 2025-03-12T12:08:00Z | |
| dc.date.issued | 1955-04-21 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7556 | |
| dc.description.abstract | Aborda o conceito de democracia representativa e sua relação com a tributação e o orçamento público. Começa com a premissa de que, na democracia moderna, não há tributação sem o consentimento expresso dos contribuintes, ou seja, sem o voto. Esse princípio gerou a limitação das prerrogativas absolutas dos monarcas e, consequentemente, o direito de fiscalizar e definir a aplicação dos impostos. A elaboração do orçamento público surge como uma ferramenta essencial da democracia. Critica uma proposta no programa de Marcondes Filho, que sugere que, caso o orçamento não seja enviado à sanção até 30 de novembro, ele seja prorrogado para o próximo exercício. De acordo com Pilla, essa proposta criaria uma situação onde o orçamento seria decidido unicamente pelo Presidente da República, sem participação do Legislativo. Tal medida representaria um retrocesso democrático, estabelecendo uma "ditadura financeira", onde o Executivo controlaria arbitrariamente os recursos públicos. Enfatiza a importância da representatividade democrática na elaboração do orçamento. Para Pilla, um orçamento legítimo, embora possivelmente insatisfatório, é preferível a um orçamento imposto sem o devido processo parlamentar. Alerta para o risco de fortalecer ainda mais a centralização de poder no Executivo, o que prejudicaria a democracia. A crítica é uma defesa da verdadeira democracia, onde as decisões sobre o uso dos recursos públicos são coletivas e transparentes. | pt_BR |
| dc.subject | Democracia Representativa; Tributação; Consentimento; Voto; Monarcas; Prerrogativas Soberanas; Orçamento; Governo; Programa Marcondes Filho; Constituição | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Ditadura Financeira (1955-04-21) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |