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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-12T12:10:15Z | |
| dc.date.available | 2025-03-12T12:10:15Z | |
| dc.date.issued | 1956-04-24 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7557 | |
| dc.description.abstract | Critica a proposta do "Programa Básico" de Marcondes Filho, que sugere incluir entidades autárquicas sob a supervisão direta do presidente da República, subordinando-as aos ministérios. Argumenta que essa medida aumentaria indevidamente o poder pessoal do presidente, transformando-o em um simples gestor de departamentos burocráticos, em vez de manter sua função essencial de coordenação da ação do governo. A proposta, além de funcionalmente equivocada, também é vista como inconstitucional. No sistema vigente, os ministros não são meros auxiliares, mas compartilham a autoridade do presidente e são responsáveis por atos administrativos. Eles podem ser convocados pelo Congresso Nacional para prestar informações, o que assegura o controle legislativo sobre a administração pública. No entanto, as entidades autárquicas diretamente subordinadas ao presidente escapam dessa fiscalização, formando uma “zona obscura” onde a investigação e o controle do Legislativo são limitados. Como os ministros não são responsáveis por essas entidades, nem o presidente da República, surge a necessidade de uma reforma para garantir maior transparência e controle legislativo sobre essas entidades, conforme sugerido por Pilla. Ele defende que, ao reformar o sistema, assegura-se o fortalecimento da responsabilidade e da supervisão pública sobre a administração. | pt_BR |
| dc.subject | Programa Básico; Marcondes Filho; Entidades Autárquicas; Presidente da República; Supervisão; Ministérios; Poder Pessoal; Chefe de Estado; Burocracia; Ministros | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Zona Obscura (1956-04-24) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |