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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-12T12:24:52Z | |
| dc.date.available | 2025-03-12T12:24:52Z | |
| dc.date.issued | 1955-04-30 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7562 | |
| dc.description.abstract | Refuta a crítica do senador Vilasboas, que associava a instabilidade ministerial do Império brasileiro ao sistema parlamentarista. Esclarece que a constituição imperial não era parlamentarista, mas presidencialista, e que a instabilidade ministerial observada no Império foi, na verdade, resultado da intervenção do Imperador, que agia de forma semelhante aos presidentes republicanos ao nomear e demitir ministros conforme sua vontade pessoal. O parlamentarismo só foi formalmente adotado em 1847, mas sua implementação completa ocorreu após a crise de 1868 e a renúncia de D. Pedro II à prerrogativa de nomear ministros. Questiona a ideia de que a instabilidade ministerial seria prejudicial ao país. Ele argumenta que a instabilidade, embora desconfortável para aqueles interessados no poder, não compromete o funcionamento da Nação, pois o governo se adapta aos sentimentos da maioria. Sugere que a sucessão de ministérios, característica do parlamentarismo, não impede o desenvolvimento normal da vida pública, e que a instabilidade pode ser vista de forma diferente dependendo do ponto de vista. Para ele, o exemplo de outros países parlamentaristas, como o Reino Unido, demonstra que a vida pública pode seguir seu curso normalmente, mesmo com a instabilidade no governo. | pt_BR |
| dc.subject | Senador Vilasboas; Instabilidade; Sistema Parlamentar; Império Brasileiro; Constituição Imperial; Presidencialismo; Ministério; Intervenção do Imperador; Queda dos Ministérios | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Instabilidade... Presidencialística (1955-04-30) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |