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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-12T13:05:08Z | |
| dc.date.available | 2025-03-12T13:05:08Z | |
| dc.date.issued | 1955-05-01 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7566 | |
| dc.description.abstract | Reflete sobre a instabilidade ministerial durante o período monárquico brasileiro, corrigindo uma análise equivocada do senador Vilasboas, que atribuiu essa instabilidade ao sistema parlamentar. Pilla explica que, embora o Brasil tenha adotado parcialmente o sistema parlamentar a partir de 1847, a instabilidade ministerial estava mais ligada à natureza presidencialista do regime. O Imperador, com a autoridade constitucional de nomear e demitir ministros, era o responsável por muitas das quedas de gabinetes, não o parlamento. Destaca um episódio emblemático para ilustrar essa situação: o ministério de 5 de abril, que foi rapidamente substituído por um governo impopular, o "gabinete dos medalhões". A reação popular foi imediata, com uma grande manifestação no Campo de Santana, exigindo a reintegração do ministério deposto. D. Pedro I, mesmo amparado pela Constituição, não conseguiu resistir à pressão popular, que levou à sua abdicação em 7 de abril. Assim, Pilla argumenta que a instabilidade ministerial no Brasil imperial foi fruto da ação presidencialista de D. Pedro I, que, apesar de seguir a Constituição, não foi capaz de conciliar suas ações com os anseios do povo. O papel do parlamento, ao contrário, foi estabilizador, sendo fundamental para um governo mais equilibrado e representativo. | pt_BR |
| dc.subject | Instabilidade; Parlamentarismo; Monarquia; Brasil; Senador Vilasboas; Imperador; Constituição; Ministros; Governo | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: A Instabilidade e o Sete de Abril (1955-05-01) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |