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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-12T13:26:40Z | |
| dc.date.available | 2025-03-12T13:26:40Z | |
| dc.date.issued | 1955-01-14 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7573 | |
| dc.description.abstract | Aborda as críticas feitas à Emenda Parlamentarista por parte dos últimos defensores do sistema presidencialista. Ele observa que esses críticos, ao focarem em aspectos secundários, como o veto presidencial, falham em compreender o sistema parlamentar, confundindo-o com um governo convencional. Destaca que as atribuições conferidas ao presidente da República pela emenda são as que pertencem ao chefe de Estado no sistema parlamentar, e não ao chefe de governo, que deve ser o gabinete de ministros, responsável politicamente. Ele explica ainda que, ao contrário do presidencialismo, onde o presidente detém poderes executivos, no parlamentarismo o presidente é destituído de responsabilidade política e as decisões executivas cabem ao gabinete. Responde à crítica de que o veto, um poder do presidente, seria um obstáculo ao parlamentarismo, explicando que o veto é uma prerrogativa típica do chefe de Estado, funcionando como uma "válvula de segurança", raramente utilizada. Ele cita exemplos de países como França e Itália, cujas constituições parlamentares incluem o veto de forma semelhante, mesmo que com diferentes nomes ou circunstâncias. Em sua argumentação, Pilla critica a falta de entendimento dos defensores do presidencialismo sobre o funcionamento do sistema parlamentarista e reforça que, mesmo com o veto, a estrutura e a dinâmica do poder executivo seriam mais equilibradas e responsáveis politicamente. | pt_BR |
| dc.subject | Emenda Parlamentarista; Presidencialismo; Críticas; Guilherme de Aragão; Parlamentarismo; Veto; Chefe de Estado; Chefe de Governo | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Mais realistas que o rei... (1955-01-14) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |