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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-13T10:59:49Z | |
dc.date.available | 2025-03-13T10:59:49Z | |
dc.date.issued | 1955-06-17 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7589 | |
dc.description.abstract | Defende a urgência da reforma parlamentarista, contestando a ideia de que o momento político seria inadequado para tal mudança. Para ele, se uma reforma é necessária e benéfica, deve ser realizada o quanto antes. Além disso, argumenta que, se a adoção do sistema parlamentarista pode ajudar a resolver uma crise política, essa passa a ser uma razão adicional para sua implementação imediata. Ele observa que até mesmo alguns parlamentares que não estão totalmente convencidos da superioridade do parlamentarismo apoiam a reforma por considerá-la um remédio de urgência para a instabilidade política. Assim, enquanto os parlamentaristas veem a mudança como uma solução estrutural, outros a aceitam como uma medida emergencial. Ilustra seu ponto com uma analogia médica. Ele compara os opositores da reforma a um professor francês que defendia a ideia de não operar a apendicite supurada imediatamente, esperando que ela "esfriasse". No entanto, essa espera levava muitos pacientes à morte. Da mesma forma, ele argumenta que adiar a reforma parlamentarista pode agravar ainda mais a crise política. Conclui que a reforma não é apenas oportuna, mas indispensável e inadiável, assim como uma cirurgia necessária para salvar um paciente em estado crítico. | pt_BR |
dc.subject | Urgência; Reforma; Crise Política; Instabilidade; Parlamentares; Remédio; Solução Estrutural | pt_BR |
dc.title | Microscópio: O Mestre Dieulafoy (1955-06-17) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |