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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-13T11:23:41Z | |
dc.date.available | 2025-03-13T11:23:41Z | |
dc.date.issued | 1955-06-24 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7593 | |
dc.description.abstract | Analisa a busca por soluções constitucionais para a grave crise política do Brasil, destacando a reforma parlamentarista como a mais viável e preparada. Ele argumenta que essa mudança não apenas resolverá a crise atual, mas também evitará novas crises periódicas, ao instituir um sistema verdadeiramente democrático e capaz de reeducar a população no exercício da democracia. Embora outras propostas, como a exigência de maioria absoluta na eleição presidencial e a eleição pelo Congresso Nacional, tenham sido sugeridas, Pilla as considera paliativas e pouco democráticas. Além disso, uma nova proposta surge como alternativa: o governo colegiado. Ele questiona qual das duas reformas – parlamentarismo ou governo colegiado – merece preferência. Do ponto de vista psicológico e político, defende que a reforma parlamentarista tem uma superioridade inquestionável, pois foi amplamente debatida desde a Assembleia Constituinte e conta com apoio popular. Além disso, argumenta que a Emenda Parlamentarista já passou por longas análises, está pronta para votação e pode ser implementada rapidamente. Em contraste, a Emenda Colegialista ainda precisaria passar por diversas etapas, o que atrasaria a solução da crise. Por fim, embora reconheça as boas intenções de seus proponentes, Pilla sugere que a nova emenda pode, na prática, acabar dificultando a solução constitucional da crise, ao invés de resolvê-la. | pt_BR |
dc.subject | Crise Política; Constituição; Democracia; Maioria Absoluta; Eleição; Congresso Nacional; Governo Colegiado; Votação | pt_BR |
dc.title | Microscópio: Iniciativa Inoportuna (1955-06-24) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |