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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-13T12:00:51Z | |
dc.date.available | 2025-03-13T12:00:51Z | |
dc.date.issued | 1955-07-09 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7602 | |
dc.description.abstract | Aborda a crítica de Carlos Lacerda aos pequenos partidos políticos, que, segundo Lacerda, fragilizam a governabilidade e comprometem a execução de programas nacionais, pois se tornam “ferramentas” de grandes partidos em troca de apoio eleitoral. Pilla discorda dessa visão e argumenta que o problema não reside no tamanho dos partidos, mas sim em sua natureza. Para ele, o que realmente falta na democracia brasileira são partidos autênticos, que representem os interesses do povo, e não meras máquinas eleitorais, como é o caso de alguns grandes partidos, como a União Democrática Nacional e o Partido Trabalhista Brasileiro, que são compostos por elementos heterogêneos e carecem de um ideário claro. Sugere que a verdadeira questão é a falta de partidos verdadeiros, e não o número de partidos no sistema. Ele destaca que, no sistema presidencial, os partidos tendem a ser aglomerados sem um propósito claro. Além disso, Pilla defende que, para a formação de grandes partidos genuínos, é necessário que existam partidos pequenos que, aos poucos, possam se estruturar de maneira sólida. Por fim, ele argumenta que proibir a existência de pequenos partidos seria um erro, pois é através deles que pode surgir uma base sólida para a construção de uma política verdadeira e eficaz no país. | pt_BR |
dc.subject | Partidos Pequenos; Carlos Lacerda; Democracia Brasileira; União Democrática Nacional; Sistemas Políticos; Representação; Autenticidade | pt_BR |
dc.title | Microscópio: Partidos Grandes, Ou Verdadeiros? (1955-07-09) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |