Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-13T12:02:44Z | |
| dc.date.available | 2025-03-13T12:02:44Z | |
| dc.date.issued | 1955-07-10 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7603 | |
| dc.description.abstract | Reflete sobre a reforma parlamentarista no Brasil e os temores que ela poderia gerar. Ele começa apontando que muitos críticos do parlamentarismo, como uma alta patente presidencialista, têm receios infundados, sem base em dados concretos. Questiona por que o Brasil temeria adotar o sistema parlamentarista, já que ele é amplamente utilizado em outros continentes e foi bem-sucedido durante o período imperial no país. Enfatiza que o parlamentarismo estava em sintonia com o temperamento do povo brasileiro e funcionava de maneira prática, apesar de a constituição não o prever formalmente. Também critica a atual situação do sistema presidencialista, que, segundo ele, tem produzido crises políticas recorrentes, principalmente durante as sucessões presidenciais. Ele afirma que essas crises já são uma realidade constante e que, por isso, o receio do parlamentarismo é infundado. Mesmo que o parlamentarismo não resolvesse todos os problemas do Brasil, Pilla acredita que sua adoção imediata poderia, ao menos, aliviar a grave crise política enfrentada pelo país naquele momento. Ele sugere que o parlamentarismo é uma alternativa plausível, que não poderia ser pior do que o atual sistema presidencialista e que, em qualquer caso, funcionaria como uma solução temporária eficaz para a crise. | pt_BR |
| dc.subject | Presidencialismo; Reforma Parlamentarista; Crises Políticas; Sucessão Presidencial; Constituição; Crítica; Degradação | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: As Razões e a Lógica (1955-07-10) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |