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Microscópio: Guerra e Paz (1955-07-19)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-03-13T12:05:49Z
dc.date.available 2025-03-13T12:05:49Z
dc.date.issued 1955-07-19
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7604
dc.description.abstract Discute o apelo de Einstein, divulgado por Bertrand Russell, que alerta para o maior desafio da humanidade: evitar a destruição por meio da guerra, especialmente da guerra atômica. A guerra, que no passado era vista como natural devido ao instinto predatório humano, se tornou um absurdo com o tempo, especialmente após as duas grandes guerras mundiais, que demonstraram que nem os vencedores nem os vencidos saem ilesos desses conflitos. Destaca a obra de Norman Angell, A Grande Ilusão, que argumenta que as guerras modernas não trazem vantagens, mas apenas perdas para todos os envolvidos. Com o advento das armas atômicas, a guerra se torna mais do que uma loucura – ela se transforma em um suicídio coletivo. Critica a proposta de proibição das armas nucleares, alegando que ela é pueril, pois, se uma guerra for deflagrada, ninguém deixará de usar essas armas se houver uma chance de vitória. O verdadeiro problema, segundo Pilla, não é o uso das armas, mas a guerra em si, que só pode ser evitada com uma organização política global que garanta a paz. Após a Segunda Guerra Mundial, a divisão da humanidade em dois blocos opostos dificultou a criação dessa estrutura global. Conclui que, sem essa organização da paz, a guerra, especialmente a guerra atômica, será inevitável. pt_BR
dc.subject Einstein; Bertrand Russell; Problema; Humanidade; Guerra; Instinto Predatório; Norman Angell; A Grande Ilusão; Vencedores pt_BR
dc.title Microscópio: Guerra e Paz (1955-07-19) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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