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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-14T11:21:32Z | |
dc.date.available | 2025-03-14T11:21:32Z | |
dc.date.issued | 1955-09-07 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7633 | |
dc.description.abstract | Manifesta sua oposição à cassação do Partido Comunista e dos mandatos parlamentares ligados a ele, não por razões jurídicas, mas por considerar a medida politicamente inconveniente. Segundo ele, seria mais prudente permitir que os mandatos seguissem seu curso natural, sem interferências que poderiam gerar repercussões negativas. Ele destaca que a proibição formal do partido não eliminou o comunismo como movimento, pois este não é apenas uma força política, mas também um fenômeno social. Ao ser banido, o comunismo foi empurrado para a ilegalidade, tornando-se ainda mais perigoso. Em vez de enfraquecer, os comunistas se infiltraram em outros partidos, influenciando suas estratégias e aproveitando-se da luta pelo apoio eleitoral. Também aponta que a cassação não destruiu as ideias comunistas, pois centenas de milhares de eleitores continuaram a existir, organizando-se para manter sua atuação política. Ele atribui a essa situação a origem dos acordos políticos escandalosos denunciados recentemente. Embora deixe claro que não defende a volta do Partido Comunista à legalidade, Pilla sustenta que a decisão de bani-lo foi um erro difícil de corrigir dentro do sistema político vigente. Ele conclui que, ao invés de resolver o problema, a proibição apenas agravou a influência comunista, desviando-a para um cenário clandestino e mais instável. | pt_BR |
dc.subject | Cassação; Partido Comunista; Mandatos Parlamentares; Legalidade; Ilegalidade; Fenômeno Social; Movimento Comunista; Perigo; Infiltração | pt_BR |
dc.title | Microscópio: O Erro Da Cassação (1955-09-07) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |