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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-14T12:33:51Z | |
dc.date.available | 2025-03-14T12:33:51Z | |
dc.date.issued | 1955-10-04 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7655 | |
dc.description.abstract | Faz uma crítica contundente ao cenário político brasileiro de 1945, utilizando o comício de Ademar de Barros em São Paulo como base para sua análise. Ele denuncia o caráter "carnavalesco" da política brasileira, onde as campanhas eleitorais se transformam em grandes festivais de demagogia e manipulação das massas. Aplaudindo o candidato Ademar de Barros, a população, segundo Pilla, ignora o que realmente deveria ser debatido em uma eleição: os princípios e ideais necessários para a construção de um país digno e justo. Para ele, a corrupção e a falta de moralidade no sistema presidencialista são problemas profundamente enraizados, que, em vez de educar o povo, acabam deseducando e viciando-o. Critica a forma como o povo, manipulável e politicamente ignorante, se deixa levar pelas promessas vazias e pelo carisma dos candidatos, exacerbado pela ditadura de Getúlio Vargas, que contribuiu para o empobrecimento do debate político no país. Sugere que o sistema parlamentarista seria mais adequado, pois evitaria a personalização da política e a ascensão de figuras que se utilizam da demagogia para manipular os eleitores. No sistema parlamentar, as eleições seriam centradas em princípios e partidos, não em indivíduos, o que diminuiria o espaço para a corrupção e a manipulação. Por fim, Pilla critica os defensores do presidencialismo, argumentando que a verdadeira democracia só seria possível com uma reforma substancial do sistema político brasileiro. | pt_BR |
dc.subject | Comício; Ademar de Barros; São Paulo; Carnaval; Demagogia; Corrupção; Manipulação; Presidencialismo; Ignorância; Eleições; Vícios | pt_BR |
dc.title | Apoteose Carnavalesca (1955-10-04) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |