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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-14T12:35:40Z | |
| dc.date.available | 2025-03-14T12:35:40Z | |
| dc.date.issued | 1955-10-14 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7656 | |
| dc.description.abstract | Critica a proposta de um governo de união nacional, considerando-a impraticável e incoerente diante da realidade política do Brasil. Para ele, a ideia de união só faria sentido se fosse em torno de um candidato amplamente aceito pelas principais correntes partidárias, o que não ocorreu. Em vez disso, o Partido Social Democrático apresentou seu candidato de maneira abrupta, gerando resistência significativa desde o início. Observa que, diante da situação, a união nacional, que foi inicialmente cogitada, não seria genuína, mas uma adesão de conveniência, em que facções políticas se uniriam para apoiar um candidato imposto, e não um escolhido por consenso popular. Para ele, a solução seria a formação de um governo partidário, onde o vencedor da eleição governasse com os aliados que o apoiaram, compartilhando as responsabilidades e benefícios do poder. A oposição, nesse contexto, deveria colaborar de forma construtiva, mantendo uma vigilância crítica e efetiva, sem se render à ideia de adesão passiva ao governo. Para Pilla, a verdadeira função da oposição é agir como fiscal do poder, não se submeter sem questionamento. Ele argumenta que, em vez de buscar uma união fictícia e forçada, o país deveria se concentrar em um governo legítimo, fundamentado nas forças políticas que realmente participaram da eleição, respeitando as divisões partidárias e mantendo uma relação equilibrada entre governo e oposição. | pt_BR |
| dc.subject | Governo Partidário; União Nacional; Contradição; Candidato; Partido Social Democrático; Adesão Nacional; Facções | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: União Nacional... (1955-10-14) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |