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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-14T12:52:42Z | |
dc.date.available | 2025-03-14T12:52:42Z | |
dc.date.issued | 1955-10-26 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7663 | |
dc.description.abstract | Reflete sobre a recente eleição no Brasil, destacando que, embora tenha ocorrido sem desordem e com menor abstenção do que o esperado, ele questiona o otimismo que a sociedade demonstrou. Ele se opõe à visão de que a simples realização de eleições caracteriza uma democracia. Cita um opúsculo de seis anos atrás, que afirma: "não basta a eleição a caracterizar a democracia", pois, em muitos casos, eleições populares deram origem a regimes autocráticos. Critica o excesso de otimismo ao considerar que a democracia está plenamente realizada apenas porque uma eleição aconteceu, especialmente em um país onde a corrupção tem se tornado um aspecto central da vida pública. Ele argumenta que, para que se tenha uma democracia genuína, são necessárias reformas profundas nas instituições e nos hábitos da sociedade. Defende que a democracia é um regime baseado na virtude, e que, para isso, é essencial uma transformação no entendimento moral e filosófico da população sobre os princípios democráticos. Ele aponta que essa é uma responsabilidade dos filósofos, que devem incutir os valores que sustentam a democracia, os quais parecem estar sendo ignorados ou desprezados na sociedade atual. | pt_BR |
dc.subject | Eleição; Desordem; Abstenção; Democracia; Autocracia; Corrupção; Instituições; Costumes; Virtude | pt_BR |
dc.title | Microscópio: Eleição e Democracia (1955-10-26) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |