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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-14T13:23:35Z | |
dc.date.available | 2025-03-14T13:23:35Z | |
dc.date.issued | 1955-08-23 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7675 | |
dc.description.abstract | Aborda a resistência à reforma parlamentarista no Brasil, enfatizando o egoísmo político como um obstáculo crucial. A proposta da reforma é vista como a solução para a crise política, mas muitos parlamentares, motivados por interesses pessoais, se opõem à mudança, temendo a perda de seus mandatos devido à dissolução da Câmara, o que é previsto no sistema parlamentar. Critica essa atitude, destacando que a reforma não prejudica a estabilidade do governo, mas busca resolver questões políticas mais profundas. A reforma parlamentarista proposta, em essência, permite a dissolução da Câmara apenas em situações excepcionais, quando a confiança no governo estiver seriamente comprometida, como após sucessivas moções de desconfiança. Nos primeiros dois anos da legislatura, o poder de dissolução seria restrito a casos de crise extrema, e só na segunda metade do mandato seria mais acessível, mas com limitações rigorosas. Defende que, embora a dissolução da Câmara possa ocorrer, ela é um mecanismo de última instância para resolver impasses políticos graves, e não um ato corriqueiro. Ele critica a postura de deputados que rejeitam a reforma por medo de perder seu mandato e sugere que essa recusa poderia resultar em uma crise ainda maior para o país, impedindo a implementação das reformas necessárias. Ao final, Pilla aponta que, se a reforma não for aprovada, o país enfrentará um futuro ainda mais incerto e prolongado. | pt_BR |
dc.subject | Instituição Política; Egoísmo; Reforma Parlamentarista; Crise Política; Congresso Nacional; Dissolução da Câmara; Deputados | pt_BR |
dc.title | Microscópio: O Risco Maior (1955-08-23) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |