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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-18T16:54:07Z | |
dc.date.available | 2025-03-18T16:54:07Z | |
dc.date.issued | 1956-01-05 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7704 | |
dc.description.abstract | Faz uma reflexão sobre as fábulas, destacando o valor da sabedoria condensada nessas histórias simples, que podem ensinar tanto a crianças quanto a adultos. Ele menciona que, muitas vezes, uma fábula pode transmitir ensinamentos mais profundos do que um discurso sério. Recorda uma fábula de La Fontaine, "A Raposa e o Bode", que ilustra de forma engenhosa uma lição sobre astúcia e ingenuidade. Na história, a raposa e o bode, após encontrarem água em um poço, enfrentam o problema de como sair dali. A raposa, com sua esperteza, sugere um plano: o bode deve se colocar de forma que ela possa usar seu corpo para sair do poço. Uma vez fora, a raposa deixa o bode para trás, exortando-o a ter paciência enquanto se afasta, com um discurso debochado sobre a falta de inteligência do companheiro. Sugere que a fábula pode ser interpretada de várias maneiras, deixando ao leitor a liberdade de aplicar os personagens e suas atitudes a contextos distintos. Ele também convida à reflexão sobre as lições da fábula, usando a esperteza da raposa e a ingenuidade do bode como metáforas para certas atitudes e situações humanas. A fábula, assim, serve como uma crítica velada à ingenuidade e à exploração, ao mesmo tempo em que mostra a habilidade de algumas pessoas em manipular as circunstâncias em seu favor. | pt_BR |
dc.subject | Fábulas; Sabedoria; Povo; Inteligência; História; La Fontaine; Raposa; Bode; Poço; Astúcia; Ingenuidade; Interpretação | pt_BR |
dc.title | Microscópio: Uma Fábula (1956-01-05) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |