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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-18T17:04:55Z | |
dc.date.available | 2025-03-18T17:04:55Z | |
dc.date.issued | 1955-01-08 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7706 | |
dc.description.abstract | Analisa o agravamento do caudilhismo e os problemas do presidencialismo na América Latina, particularmente no Chile e na Colômbia. Observa que, nesses países, os sistemas presidenciais têm levado a excessos, como o decreto de estado de sítio no Chile, que resultou na prisão de dirigentes de uma organização de trabalhadores, e o endurecimento da censura à imprensa na Colômbia. Critica o uso do estado de sítio, uma medida excepcional que sacrifica os direitos fundamentais dos cidadãos, algo que, segundo ele, não ocorre em sistemas parlamentares. No modelo parlamentar, o governo lida com greves e distúrbios sem recorrer a medidas autoritárias, pois há maior flexibilidade e equilíbrio no poder. Para Pilla, o presidencialismo, com sua natureza rígida, tende a ser mais autoritário, levando os governantes a usar a força para lidar com crises políticas e sociais. Em contraste, os países com sistemas parlamentares têm mais recursos para enfrentar problemas sociais sem recorrer a regimes de exceção. Conclui que, para solucionar as crises políticas e sociais da América Latina, é essencial a mudança do sistema presidencial para o parlamentar, pois apenas esse modelo oferece a flexibilidade necessária para tratar as questões de forma democrática e equilibrada. | pt_BR |
dc.subject | Caudilhismo; Presidencialismo; América Latina; Chile; Colômbia; Estado de Sítio; Censura; Greve Nacional; Sistema Parlamentar; Exceção | pt_BR |
dc.title | Microscópio: Manifestações da Diátese (1956-01-08) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |