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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-18T17:09:48Z | |
| dc.date.available | 2025-03-18T17:09:48Z | |
| dc.date.issued | 1955-01-12 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7708 | |
| dc.description.abstract | Critica a visão do jornal paulista, que argumenta contra o parlamentarismo com base na crise política da França. Refuta a ideia de que a crise na França seja uma falha do sistema parlamentar, destacando que a origem do problema está na crise social e nas tensões internas do país, não no funcionamento da instituição política em si. Ele ressalta que, apesar das dificuldades, o sistema parlamentar tem a flexibilidade necessária para evitar subversões drásticas da ordem, e que, ao longo do último século, a França não experimentou revoluções ou mudanças radicais de regime, como ocorria anteriormente. Questiona a posição do jornal, sugerindo que é preferível a estabilidade relativa proporcionada pelas frequentes quedas de gabinete no parlamentarismo do que a instabilidade constante e as revoluções típicas de sistemas presidencialistas, como os observados na América Latina. Ele critica ainda a visão limitada do jornal paulista, que ignora exemplos de boas democracias parlamentaristas em países como Bélgica, Itália, Canadá e Austrália, preferindo focar apenas no caso da Inglaterra e de alguns países nórdicos. Ao final, Pilla questiona onde o sistema presidencialista tem sido eficaz, destacando a corrupção e os problemas enfrentados por diversos países latino-americanos, como o Brasil, e sugerindo que a solução para os problemas sociais e políticos da América Latina poderia ser encontrada em um sistema parlamentarista mais robusto. | pt_BR |
| dc.subject | Crise Política; França; Sistema Parlamentar; Sistema Presidencial; Crise Social; Corrupção Política; Revolução | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Geografia Política (1956-01-12) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |