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Microscópio: O Carnaval Político (1956-02-25)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-03-18T17:49:42Z
dc.date.available 2025-03-18T17:49:42Z
dc.date.issued 1956-02-25
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7724
dc.description.abstract Utiliza a metáfora do carnaval para criticar a política brasileira, descrevendo-a como uma farsa constante onde os políticos, como foliões, mascaram suas verdadeiras intenções e interesses. Para ele, a maioria dos políticos veste a fantasia de "amigos do povo", mas na prática, agem de forma contrária aos interesses populares, alimentando-se da demagogia. O povo, seduzido pelo espetáculo, acredita nas promessas e segue o jogo, apesar de sofrer com as consequências. No "carnaval político", Pilla destaca diversos tipos de personagens: o defensor da Constituição, que se apresenta como seu protetor, mas a desrespeita na prática; o homem austero, cuja farsa de ser sério e incorruptível é desmontada pelas ações contraditórias; e o político tipo "D'Artagnan", que se apresenta como herói em causas nobres, mas cultiva interesses ocultos. Estes e outros tipos de políticos compõem um cenário de farsa, onde a verdade é distorcida e a política é uma constante encenação. Alerta que esse "carnaval político" é perigoso e, embora seja uma diversão passageira, a perpetuação dessa farsa pode levar a tragédias. A folia política, como todo carnaval, tem um fim, e muitas vezes esse fim é marcado por consequências trágicas, como mostram os exemplos históricos. pt_BR
dc.subject Carnaval; Política; Máscara; Demagogia; Povo; Constituição; Violência; Austeridade; D'Artagnan; Farsa; Máscara; Política Brasileira pt_BR
dc.title Microscópio: O Carnaval Político (1956-02-25) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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